//O novo normal nas Casas Espíritas

O novo normal nas Casas Espíritas

O novo normal nas Casas Espíritas


Após meses tentando manter as pessoas afastadas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, governos de todo o país começam a relaxar as medidas de isolamento social e, aos poucos, seguindo protocolos como manter distância mínima de 1,5 metro, usar máscaras e ter álcool gel para higienização, estabelecimentos variados abrem suas portas.



Leia na Integra…

Autor: Martha Rios Guimarães

https://cafecomkardec.com.br/home/quem-somos/ Café com Kardec é um trabalho entre amigos que amam a Doutrina Espírita e entendem que ela está pautada nas obras codificadas por Allan Kardec, começando pelo O Livro dos Espíritos e passando por todos os materiais que levam a assinatura do mestre lionês. É uma colaboração despretensiosa no sentido de voltarmos a atenção ao material que fundamenta a Doutrina Espírita e que, infelizmente, tem sido substituído por outros – alguns coerentes com essa base, outros nem tanto -, fazendo com que o Codificador Allan Kardec torne-se quase desconhecido entre aqueles que são adeptos da doutrina por ele pesquisada e trazida até nós. As consequências desse distanciamento da base doutrinária são várias, entre elas o afastamento da racionalidade; predominância do aspecto religioso em detrimento ao moral, filosófico e científico; práticas não condizentes com o Espiritismo dentro das instituições criadas para divulgá-lo em seu tríplice aspecto, entre outros desvirtuamentos. Se esse modesto trabalho proporcionar ao menos uma maior curiosidade em relação à gigantesca obra assinada pelo Codificador – e que somam cerca de 8 mil páginas – entenderemos que o esforço valeu a pena! Todos os que se identificarem com essa proposta estão convidados a participar com comentários, envio de materiais, questionamentos. Além de bem vinda, essa participação poderá nos auxiliar na elaboração de novas ferramentas que auxiliem em uma melhor divulgação (e entendimento) da Codificação Espírita. Bom café a todos. Com Kardec, claro, é sempre melhor!